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Vacheron Constantin consolida a herança clássica com novos Traditionnelle Calendário Perpétuo Ultraplano

A Vacheron Constantin revelou três novas referências Traditionnelle Calendário Perpétuo Ultraplano com caixa de 36,5 mm, uma dimensão que traduz, de forma muito clara, a leitura actual da Maison sobre elegância, proporção e continuidade histórica na Alta Relojoaria.

 

Trata-se de uma das complicações mais reconhecíveis do vocabulário clássico da marca, agora reinterpretada num formato que respeita os cânones do passado sem perder contacto com a evolução do mercado. A escolha do diâmetro não é casual. Pelo contrário, surge como resposta a uma procura crescente por relógios mais contidos, mais equilibrados no pulso e menos dependentes de códigos de género rígidos.

 

 

A nova oferta inclui duas versões sem engaste, uma em ouro rosa 5N e outra em ouro branco, a que se junta uma terceira referência em ouro branco com luneta, asas e coroa engastadas com diamantes. É a primeira vez que a linha Traditionnelle apresenta modelos sem diamantes neste diâmetro específico, reforçando a versatilidade e a leitura transversal de género que a marca tem vindo a adoptar nos últimos anos.

 

Calibre de manufactura 1120 QP

 

 

No interior de cada relógio encontra-se o calibre de manufactura 1120 QP, um movimento automático de perfil ultraplano com apenas 4,05 mm de espessura e 276 componentes. Um número que impressiona, mas não é isso que mais conta. O essencial está na integração de um calendário perpétuo completo, com indicação de dia, data, mês, ciclo de anos bissextos, fases da Lua e idade da Lua, dispensando qualquer correcção manual até 2100. Um exercício de engenharia relojoeira que confirma o domínio histórico da Vacheron Constantin tanto na construção ultraplana como nas grandes complicações.

O movimento pode ser observado através do fundo em vidro de safira e revela um nível de acabamento irrepreensível. Côtes de Genève bem definidas, arestas biseladas à mão e um rotor em ouro de 22 quilates decorado com a cruz de Malta. Tudo certificado pelo Poinçon de Genéve, selo que continua a funcionar como garantia de exigência técnica e rigor artesanal no contexto da tradição relojoeira genebrina.

 

 

Estética clássica e legibilidade

Do ponto de vista estético, a abordagem é deliberadamente conservadora. O mostrador opalino prateado privilegia a clareza e a simetria, com indicações bem espaçadas e ponteiros Dauphine facetados. A ligação histórica à referência 43031, apresentada em 1983, em pleno período de turbulência provocado pelo quartzo, é evidente tanto nas proporções como na organização do mostrador.

 

 

Sandrine Donguy, directora de Produto e Inovação da Maison, explica que o diâmetro de 36,5 mm reflecte uma mudança estrutural no mercado. Depois de anos dominados por caixas de grandes dimensões, há um regresso progressivo a relógios mais compactos, valorizados pelo conforto e pela discrição. As fronteiras tradicionais entre relógios considerados masculinos ou femininos tornaram-se menos relevantes, e este tamanho surge, segundo a responsável, como um verdadeiro ponto de equilíbrio entre presença no pulso e sobriedade estética.

 

 

Com estes novos Traditionnelle Calendário Perpétuo Ultraplano, a Vacheron Constantin não procura estabelecer novos recordes de finura nem reinventar a linguagem da complicação, mas sim reafirmar uma visão de Alta Relojoaria onde técnica, história e proporção coexistem sem excessos nem artifícios. Num contexto em que o mercado valoriza cada vez mais autenticidade e coerência a longo prazo, estas novas referências surgem como uma proposta sólida, consistente e plenamente alinhada com os 270 anos de legado da Maison.